quarta-feira, 19 de abril de 2017

      Aqui fica o convite a todos os interessados... Aula aberta, na Universidade do Minho, pela Doutora Sofia Fernandes, no próximo dia 20 de Abril.
 
Arquiconfraria do Santíssimo e Imaculado Coração de Maria
     A Arquiconfraria do Santíssimo e Imaculado Coração de Maria foi, numa 1.ª fase, ereta na Igreja do Calvário, junto à Ordem Terceira de São Francisco, sendo a sua mesa governativa composta também por homens da dita Ordem, coexistindo pacificamente durante uns anos. Contudo, com a chegada do ano de 1854, os problemas começavam a agravar-se e, em 1855, decidiram mudar-se para a Igreja do Recolhimento. A 21 de Abril estabeleceram contrato com as recolhidas e, um ano depois, por decreto de 1 de Abril de 1856, Sua Majestade concedeu autorização para a transferência. A 23 de Abril de 1856, o alvará régio confirma novos estatutos.
Em 1856, avizinhava-se uma nova fase para a Arquiconfraria, agora já devidamente instalada no recolhimento, junto às irmãs ainda vivas.
Cf.: ARQUIVO MUNICIPAL DE PENAFIEL – Arquiconfraria do Imaculado Coração de Maria. Penafiel: Câmara Municipal de Penafiel, 2010, p. 9-10. Disponível na internet: 
http://www.cm-penafiel.pt/…/inventarios-e-documentacao-publ…
 
Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição
                     No Recolhimento as mortificações e penitência eram feitas da seguinte forma:
Tomavam disciplina nas segundas, quartas e sextas-feiras sem serem dias santos. Nos dias santos a disciplina duraria mais tempo.
Na Semana Santa e na Novena de Natal tomavam disciplinas todos os dias mas mais breves. Na Semana Santa as cantoras não tomavam disciplina.

Não usariam de disciplina de ferro nem de sangue, a não ser que o confessor o aconselhasse.
O silêncio não era proibido nem obrigatório.
Deviam jejuar todas as sextas-feiras em memória da Paixão de Cristo. Às quartas-feiras não comeriam carne e na sexta da Paixão nem carne nem peixe, mas só legumes.
Jejuar pão e água só com licença da Regente. 
Na quarta-feira de cinzas, sexta-feira da Paixão e na véspera de Natal, comeriam todas no chão ao jantar.
Nas sextas-feiras da Quaresma só poderiam beber água ao jantar e à noite.
As Recolhidas estavam proibidas de ver procissões, concursos ou festejos que se fizessem junto do Recolhimento.
              Cf.: FERNANDES, Paula Sofia; RIBEIRO, Joana – Recolhimento de Nossa Senhora da Conceição. Penafiel: Câmara Municipal de Penafiel, 2003, p. 26. Disponível online em:
http://www.cm-penafiel.pt/…/inventarios-e-documentacao-publ…


 
Prémio Literário A. Lopes de Oliveira/ Câmara Municipal Fafe 
“Estudos histórico-sociais de âmbito local ou regional”
                Sendo a tese da Doutora Sofia Fernandes, uma obra que aborda a nossa localidade e a história de Penafiel, é com orgulho que a Associação dos Amigos do Arquivo vem, desta forma informar, que a Doutora Sofia Fernandes foi distinguida com uma menção honrosa com o seu livro “O Hospital e a Botica da Misericórdia de Penafiel (1600-1850), no prémio literário A. Lopes de Oliveira, da Câmara Municipal de Fafe, para o género “Estudos Histórico-sociais de âmbito local ou regional”, por ser considerada como um contributo fundamental para conhecimento dos hospitais portugueses, campo menos estudado no domínio da história das Misericórdias e dos Institutos Assistenciais com uma adequada exploração documental e bibliográfica sobre a instituição estudada.
Este prémio visa estimular a publicação de estudos históricos-sociais das realidades de determinada localidade ou região portuguesa, na perspetiva de valorizar um setor de investigação de crescente importância, no quadro do aprofundamento da matriz regional e local do nosso país.
Parabéns Doutora Sofia Fernandes.
 
A associação de amigos convida toda a comunidade a assistir à apresentação da comunicação do Sr. João Soares intitulada: "Visão histórica sobre a igreja de S. Gens de Boelhe", no próximo dia 22 de Abril, pelas 17 horas, na igreja de S. Gens de Boelhe.
 
 

sábado, 15 de abril de 2017

Amigos do Arquivo de Penafiel
Capela de São Salvador
          
               Capela quinhentista existente na Praça de São Mamede, nas Chãs.
Seria propriedade de Francisco Fernandes Galego e de sua mulher Ana Ribeiro, que teriam cedido a mesma aos estudantes para aí fazerem uma nova capela de invocação de São Mamede. No altar-mor ficariam as duas imagens, São Salvador e S. Mamede.
Em 1835 foi demolida para alargamento da praça, indo os santos para a igreja do calvário, construída nos finais do século XVIII.
 
            Cf. FERNANDES, Paula Sofia Costa – O hospital e a botica da Misericórdia de Penafiel (1600-1850). Penafiel: Santa Casa da Misericórdia de Penafiel, 2016, p.37.
 
 
 
Amigos do Arquivo de Penafiel
Casa das Mouras – Rio de Moinhos
               A documentação continuou na Casa das Mouras, mesmo depois da morte de Columbano Pinto Ribeiro de Castro Portugal da Silveira, em 1877. Legalmente, a casa pertencia à sua sogra, Maria Máxima de Moura Torres, que morreria em 1863, deixando-a em herança para as filhas D. Efigénia Amália e Henriqueta Augusta de Moura Torres.
Com a morte de D. Efigénia em 1885, a documentação começou a perder volume, registando-se poucos documentos, em sua maioria pertencentes a sua irmã D. Henriqueta e a quatro de seus filhos: Rodrigo Pinto Ribeiro de Castro e Vasco Pinto Ribeiro de Castro, e as irmãs Maria Henriqueta Torres de Castro (Condessa de Bovieiro) e Maria da Conceição Torres de Castro.
Em 1890, morria Henriqueta Augusta de Moura Torres, ficando a Casa das Mouras para a sua sobrinha e afilhada, a Condessa de Bovieiro, Maria Henriqueta Torres de Castro, por vontade expressa em herança e salvaguardando a residência dos restantes irmãos solteiros da Condessa. A família produziu documentação até 1913, altura em que o único filho homem de Columbano e D. Efigénia, Rodrigo Pinto Ribeiro de Castro, faleceu.
Retirado do programa GEAD, link:
http//geadopac.cm-penafiel.pt
 

 
Amigos do Arquivo de Penafiel
Casa da Companhia
               Com a extinção dos jesuítas no Reinado de D. José I, pela mão do Marquês de Pombal, esta propriedade mudou de mãos, neste caso foi comprada por José de Azevedo e Sousa, um grande mercador de vinho e, acima de tudo, um exemplo da ascensão da burguesia no século XVIII. Quando conseguiu ascender economicamente, José de Azevedo e Sousa comprou, em praça pública, em 1772, a Quinta de Paço de Sousa. Esta tinha duas casas, cozinha, celeiro, engenhos de azeite, moinhos de água e horta e uma capela lindíssima, com um trabalho único de talha dourada e retábulos, em honra de Nossa Senhora da Conceição.
José de Azevedo e Sousa, ao comprar esta casa, deu um grande passo para a nobilitação da sua família.
José de Azevedo e Sousa não demorou a instituir o vínculo do Morgado de Paço de Sousa, e assim o fez, em 1779, na sua filha Dona Sebastiana, casada com um nobre de Vila Nova de Gaia, Pedro Leite Pereira de Mello. E desta forma, a Casa da Companhia passou a ser habitada por uma família nobre, algo que podemos verificar no seu portão principal, onde se encontra o escudo de armas desta família.
 
         Cf. GOMES, Cecília. Casa da Companhia. Notícias de Penafiel, Penafiel, 17 de junho. 2016. Edição n.º9. p.8.
 

 
Amigos do Arquivo de Penafiel
Freguesia de Luzim
           
              De acordo com António de Sousa e Ferreira Coelho, “Luzim é freguesia e serra. Que Luzim é o genitivo de Lucidi, de Lucidius, nome romanizado em Lucidio, o qual, por sua vez, é o étimo de Lusio”.
Este nome surge documentado em Diplomatae et Chatae “nas formas Lusidi, com as variantes, Losii, e Lusidii”. Assim, existem todas as condições para considerar o nome desta freguesia, como originária de nome pessoal da época asturiana, não apenas por se encontrar documentada a sua existência, mas também por reunir outros elementos nucleares, nomeadamente a terminação em “i”, antigo genitivo da segunda declinação. Nomes e pessoas formadas deste modo. É certo encontrar-se já nas inscrições do período romano, que abundam sobretudo nas assinaturas diplomáticas. Se esta maneira foi de emprego comum no domínio romano, o uso do genitivo entre os asturolenses, prender-se-á a um costume remoto: de qualquer maneira, foi ele que produziu na maioria as designações locais que chegaram á atualidade. Estes personagens neogodes denominam não só prédios, mas também montes, extensos territórios e monumentos pré-históricos.
 
Cf. SOARES, João. Freguesia de Luzim. Notícias de Penafiel, Penafiel, 23 de setembro. 2016. Edição n.º19. p.12.
 

 
Capela da Senhora da Piedade
        Na zona das Chãs, no local onde havia existido a capela de S. Sebastião, surgiu, no século XVII, a capela da Senhora da Piedade.
A antiga imagem de Nossa Senhora da Piedade, que havia sido trazida por João Correia, em 1509, aí permaneceu, dando nome à capela. Ali se instituiu a irmandade, denominada “Irmandade Escravos da Cadeia de Nossa Senhora da Piedade”, em 1660, segundo Coriolano de Freitas Beça. Contudo, o livro das “irmandades e confrarias do concelho”, existente no arquivo municipal, coloca a sua instituição em 1676.
A festividade da Senhora da Piedade realizava-se em setembro. O ímpeto anticlerical e progressista, da segunda metade do século XIX, veio a ditar a demolição desta pequena capela, para aí se construir a praça do mercado, inaugurada em 1885.
 
      Cf. FERNANDES, Paula Sofia Costa – O hospital e a botica da Misericórdia de Penafiel (1600-1850). Penafiel: Santa Casa da Misericórdia de Penafiel, 2016, p.37.
 
 
Amigos do Arquivo de Penafiel
As 5 pontes de Castelões de Cepeda em 1758
 
           Segundo as memórias paroquiais de 1758 Castelões de Cepeda contava em 1758 com 5 pontes, a saber:
- “Tem o rio Sousa nesta freguezia a ponte de Cepeda, no mesmo lugar de Cepeda, de quem tomou o nome, como dá também a esta freguezia de Casteloens de Cepeda para diferença de outras freguesias que há de Castelloens na mesma comarca; he de pedra de cantaria e divide esta freguezia da de villa de Arrifana de Sousa e de Guelhufe”
- “tem outra de pao no lugar das Pias”
- “Tem mais esta freguezia no Rio que por ella passa chamado de Seixadella … 3 pontes, huma de cantaria na estrada publica que vai para a villa de Arrifana e outra chamada a ponte de Pao no caminho que vay para Guimarais que he de Padeiras he pedra e outra no lugar do Moinho junto donde se mete no Rio Sousa que também he de Padieyras com seu corta mar no meyo”.

Cf. PT/TT/MPRQ/9/206 – “ Memórias paroquiais de 1758, vol. 9, n.º 206, p. 1325-1334;
Fotografia retirada do Bloque ao Encontro do Passado.
 
 

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Confraria do Divino Espírito Santo
        
              Coeva da confraria do Santíssimo Sacramento e ereta, igualmente, na antiga igreja do Espírito Santo, surgiu a confraria do Divino Espírito Santo.
O culto do Espírito Santo teria sido importado de Aragão, por influência da Rainha Dona Isabel e estas confrarias pautavam a sua atuação por regras muito semelhantes, embora mais rudimentares, as que as misericórdias no século XV vão ter para se regerem.
Segundo o livro de “todas as irmandades e confrarias do concelho” existente no arquivo municipal de Penafiel, esta terá sido instituída em 1554. Contudo, já verificamos que nem sempre as datas apontadas neste documento sobre a instituição das confrarias estão corretas.
Não foi possível aceder ao seu cartório.
O arquivo da matriz não possui nenhuma documentação sobre a mesma, todavia, em 1864 esta ainda existia, sendo os últimos estatutos aprovados em 1841.
Na segunda metade do século XVI, a localidade possuía já a sua paróquia implementada no centro da mesma, numa igreja nova, que detinha, pelo menos, duas importantes confrarias: a do Divino Espírito Santo e a do Santíssimo Sacramento.
Nos inícios do século XVII vai verificar-se a criação e refundação de muitas confrarias, na maior parte dos casos, por iniciativa do clero. Os títulos destas vão ser variados, desde confraria das Almas, de São José, do Sagrado Coração de Jesus, do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora do Rosário. Estas espalharam-se por toda a Europa e Portugal não fugiu à regra. Assim, neste período, vemos surgir em Penafiel a confraria de Nossa Senhora do Rosário e a confraria do Senhor dos Paços ou dos Santos Passos. Esta confraria teria sido instituída em 1631, tendo estatutos aprovados em 1694. A confraria dos Santos Paços implementou-se na capela de João Correia.
 
Cf. FERNANDES, Paula Sofia Costa – O hospital e a botica da Misericórdia de Penafiel (1600-1850). Penafiel: Santa Casa da Misericórdia de Penafiel, 2016, p.34-35.
 

 
          Sabia que…
 
A Santa Casa da Misericórdia de Penafiel fundada em 1509, segundo o seu compromisso de 1653 e impresso em 1697, que refere que a mesma foi criada nesse ano, por compromisso autêntico, guardado no cartório da casa e que não chegou até nós, sendo os documentos mais antigos da Santa Casa, existentes hoje, do início do séc. XVII. A mesma teria sido criada na Rua Direita, defronte da Igreja Matriz, no hospital em que se recolhiam e curavam os enfermos.
 
Cf.: ARQUIVO MUNICIPAL DE PENAFIEL – Santa Casa da Misericórdia de Penafiel – Inventário do Acervo Documental. Penafiel: Câmara Municipal de Penafiel, 2009, p. 23. Disponível online em: http://www.cm-penafiel.pt/…/inventarios-e-documentacao-publ…
 
 
 
Fundo da Casa de Mesão Frio
Valpedre
             
            Este fundo encontra-se tratado arquivisticamente e disponível online na página do Arquivo Municipal em http://geadopac.cm-penafiel.pt .
Este fundo está descrito, digitalizado e os documentos disponíveis online no Gead em http://geadopac.cm-penafiel.pt .
Possui documentação entre 1724-1944.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

           Dança recolhida pelo Prof. Mota Leite no seu cancioneiro "Danças Regionais do Minho" cantada pelo grupo Folclórico da Universidade do Minho, na 2.ª edição da "Canção Bracarense", gentilmente enviada para o arquivo municipal pelo Dr. André Marcos.
 
video
 
 
Amigos do Arquivo de Penafiel
Ruas Novas – Finais do século XIX
 
           Durante muito tempo se reclamou uma estrada entre a cidade e a estação de caminho-de-ferro, a 3Km de distância. A solução surgiu com os estudos para uma variante da Estrada Real n.º 33, entre a Praça Municipal e a Vista Alegre, evitando a passagem pelas apertadas ruas do Paço e de Cimo de Vila.
Romper com a velha Rua Direita, demolindo casas e quintais no centro urbano, era uma ação difícil. A planta destas ruas foi levantada em 1882, apresentando-se três variantes e iniciando-se a obra naquele ano.
O sector da Estrada Real n.º 36 na cidade recebeu a designação de Eng.º Matos. A ligação iniciada na Praça Municipal e que rasgou a Rua Direita seria denominada de Manuel Pedro Guedes. A rua entre a Calçada da Fábrica e a estrada de S. Roque passaria a chamar-se Tomás Ribeiro e a rua por baixo do quartel dedicar-se-ia a Fontes Pereira de Melo.
A Avenida Manuel Pedro Guedes estabeleceu a ligação à Rua do Paço, em 1888, continuando os trabalhos para lá de 1895.
Procurava-se ligar o Largo da Ajuda à Estrada Distrital n.º 11E ou à Estrada Real n.º 33. Se tivesse sido executada, surgiria uma nova rutura nas casas que formam a Couraça de Penafiel, na Rua de Cimo de Vila. No entanto, a planta proposta, perpendicular à rua, implicava muitas expropriações.
Um projeto traçado por fora da área edificada, abria uma ligação entre a Rua Manuel Pedro Guedes e a Rua do Carmo. Este foi um dos estudos que ficou por concretizar.
 
             Cf. GRAVETO, Pedro José Garcia do Nascimento – A Matriz até à Misericórdia. Coimbra: Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 2000. Tese de Licenciatura policopiada, p.47-48.
Imagem retirada do mesmo livro, p.48.
 
Amigos do Arquivo de Penafiel  - João Joaquim Matos nasceu a 23 de junho e faleceu a 27 de novembro de 1906, em Lisboa. Foi oficial do exército e um engenheiro notável. Ascendeu ao posto de General de Brigada a 30 de junho de 1893, tendo-se reformado como General de Divisão a 4 de Janeiro de 1897. Foi diretor das obras públicas de Beja, Castelo Branco e do Porto. Neste último distrito, na cidade de Penafiel, planeou a construção da atual rua com o seu próprio nome, que tanto quanto se sabe, foi aberta entre 1860 e 1870. Engenheiro Matos foi o primeiro diretor dos caminhos de ferro do Minho. Algum tempo mais tarde, passou a pertencer ao Conselho Superior de Obras Públicas e Minas, tendo sido Presidente da Comissão de Pontes Metálicas. Foi Comendador da Ordem de Avis e Comendador da Ordem de Santiago.
 
Amigos do Arquivo de Penafiel
“Breve achega sobre a Música na cidade de Penafiel”
Coretos.
             Os coretos, designados em vária literatura da época por music-kiosk ou bandstad aparecem pela primeira vez, com a configuração que lhe conhecemos, em Inglaterra. Em Espanha, designam-se por tablado para tocar bandas de música. Em Portugal, apenas duas mãos cheias de coretos estão classificados e são menos de cinco dezenas os que estão inventariados e uma centena de muitos outros estão deitados ao abandono. Sinónimo de festa, alguns coretos são ainda usados para receber bandas filarmónicas (apesar de hoje já não servirem propriamente as bandas porque estas cresceram em número de efetivos) e outros agrupamentos; surgem nos finais do século XVIII, aparecendo em vária literatura como pavillon de musique ou tribune de musiciens. Em Penafiel, destaquem-se os coretos do Sameiro, da Rua Formosa, do Jardim do Calvário, também chamado Jardim Egas Moniz, e o da Igreja do Carmo. Este último deverá substituir um mais antigo feito de materiais perecíveis, pois aparecem na documentação in situ dos séculos XIX e XX inúmeras referências a festas, aos gastos com músicos que abrilhantavam as festas, a cantores destacados para o ofício da missa, transporte do harmónio do Porto para Penafiel a 21 de Julho de 1963 por 25 escudos; reparação do órgão a 31 de Julho de 1983 por 4.000; aluguer de harmónio por 140; gastos referentes a tocadores de cornetas, tambores, música militar, ou padre de cantochão em 1819. 
 
               Cf. DUARTE, Sónia. Breve achega sobre a Música na cidade de Penafiel. Notícias de Penafiel, Penafiel, 30 de setembro. 2016. Edição n.º20. p.13.
 
 
 
ILUSTRES ECLESIÁSTICOS PENAFIDELENSES
 
           Bispo de Cabo Verde – D. António São Dionísio, natural da paróquia de S. André de Marecos, foi o 11.º Bispo de Cabo Verde, confirmado pelo Papa Clemente X, em 2 de Dezembro de 1675. Faleceu em 13 de Setembro de 1684.

           Cf. FERREIRA, José Fernando Coelho. Ilustres Eclesiásticos Penafidelenses. Notícias de Penafiel, Penafiel, 21 de outubro. 2016. Edição n.º23. p.8.

 
Amigos do Arquivo de Penafiel
Fundo documental pertencente à Família
Furtado de Mendonça
              Este fundo encontra-se no Arquivo por contrato de tratamento e digitalização. É um fundo de pequenas dimensões, ainda não se iniciou o tratamento do mesmo, esperando dar-se inicio até ao final de 2017. Trata-se essencialmente, de documentos relativos à gestão patrimonial de várias propriedades na zona do Marco de Canaveses, referentes essencialmente aos séculos XVIII e XIX.
Mal tenhamos mais informações sobre este acervo documental, será disponibilizado nesta página.
 
 
 


 
 
 

domingo, 2 de abril de 2017

 
Visitas ao BLOG da Associação
 
 
Vejamos:
 
Visitas mês de março - 5854
 
Total de Vistas 45089
 
Os Estados Unidos da América continuam a liderar com 4084;
    PORTUGAL - 1347
       França - 77
          Suíça - 71
             Brasil - 65
               Rússia - 45
                  Canadá - 39
                     Alemanha - 29
                        Luxemburgo - 18
                            Bélgica - 17
 
A media diária de 189 visitas
 
                Um abraço